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  1. Janela 1.1 Dados gerais

    Entrada de dados

    Após iniciar o módulo, começa-se por selecionar o grupo de ligações (ligações rígidas) e de seguida a categoria e o tipo de ligação (ligação rígida de chapa de extremidade ou ligação rígida de cobre-junta). Nesta fase, seleciona-se os nós a serem verificados no modelo RFEM/RSTAB. O RF-/JOINTS Steel - Rigid reconhece automaticamente as barras ligadas e determina com base na posição se se trata de pilares ou vigas. O utilizador pode intervir aqui.

    Se for necessário excluir algumas barras do cálculo, é possível desativá-las. As ligações construtivamente idênticas podem ser verificadas em simultâneo para vários nós. Para o carregamento é suposto selecionar os casos de carga, as combinações de cargas e as combinações de resultados determinantes. Alternativamente é possível introduzir manualmente as secções e as cargas. Na última tabela de entrada a ligação é configurada passo a passo.

  2. Janela 1.4 Geometria

    Dimensionamento

    O dimensionamento ocorre de acordo com as normas EN 1993-1-8 e EN 1993-1-1. Assume-se que os esforços internos estão localizados diretamente no nó definido. Para ligações viga-pilar surgem assim excentricidades adicionais ao plano de ligação, as quais têm de ser consideradas no cálculo. Além do dimensionamento do estado limite último da ligação, é efetuado o cálculo e a classificação da ligação no que diz respeito à rigidez.
  3. Janela 3.1 Verificações - resumo

    Resultados

    Nas janelas de resultados são apresentados detalhadamente todos os resultados do cálculo. Além disso, é criado um gráfico 3D, onde é possível mostrar e ocultar componentes individuais assim como as linhas de dimensão e p. ex. dados da soldadura. O resumo dos resultados mostra claramente se as verificações individuais foram cumpridas ou não. Além disso, são apresentados o número do nó e o caso de carga ou, respetivamente, a combinação de cargas ou a combinação de resultados determinante

    Ao selecionar uma verificação, são representados detalhadamente os resultados intermédios inclusive as ações e os esforços internos adicionais da geometria da ligação. Existe também a possibilidade de ver os resultados por casos de cargas ou nós. A representação 3D mostra a ligação de forma realística e de acordo com a escala. Além das vistas principais, existe também a possibilidade de ver o gráfico de qualquer perspetiva.

    Os gráficos podem ser incorporados juntamente com as dimensões e as anotações no relatório de impressão do RFEM/RSTAB ou exportados num ficheiro DXF. O relatório de impressão inclui todos os dados de entrada e resultados de forma a poderem ser comprovados. Todas as tabelas do módulo podem facilmente ser exportadas para um ficheiro do MS Excel ou CVS. Os dados de exportação são definidos num menu de transferência.

  4. Funções

    Geral
    • Ligação viga-pilar: ligação possível na forma de ligação da viga ao banzo do pilar assim como na forma de ligação do pilar ao banzo da viga
    • Ligação viga-viga: dimensionamento possível de juntas de vigas assim como ligações de chapas de extremidade resistentes a momentos e ligações rígidas com cobre-junta
    • Exportação automática possível dos dados de modelo e carregamento do RFEM ou RSTAB
    • Tamanhos de parafuso de M12 até M36 com as classes de resistência 4.6, 4.8, 5.6, 5.8, 6.8, 8.8 e 10.9, desde que a classe de resistência esteja disponível no anexo nacional selecionado
    • Praticamente todo o tipo de espaçamentos entre furos e bordas (verficação dos espaçamentos permitidos efetuada pelo programa)
    • Reforço de vigas com secções variáveis ou reforços nas partes superior ou inferior
    • Ligação de chapa de extremidade com e sem sobreposição
    • Possibilidade de ligações com solicitação de flexão pura, com solicitação de esforços normal puro (junta de tração) ou com combinação de esforço normal e flexão
    • Cálculo das rigidezes de ligação e verificação sobre a existência de uma ligação articulada, semi-rígida ou rígida
    Ligação de chapa de extremidade numa configuração viga-pilar
    • As vigas ou os pilares ligados podem ser reforçados de um lado com uma secção variável ou com reforços num ou em ambos os lados
    • Grande variedade de possíveis reforços da ligação (p. ex. reforços de alma completos ou incompletos)
    • Possibilidade de colocar até dez parafusos horizontais e quatro parafusos verticais
    • Os objetos ligados podem ser secções em I constantes ou de secção variável
    • Verificações:
      • Estado limite último da viga ligada (como p. ex. a resistência a esforço transversal e tração da chapa de alma)
      • Estado limite último da chapa de extremidade na viga (p. ex. uma peça em T sob tração)
      • Estado limite último dos cordões de soldadura na chapa de extremidade
      • Estado limite último do pilar na zona da ligação (p. ex. o banzo do pilar fletido - peça em T)
      • Todas as verificações são efetuadas de acordo com a EN 1993-1-8 ou EN 1993-1-1
    Ligação de chapa de extremidade resistente a momentos
    • Possibilidade de colocar duas ou quatro filas de parafusos verticais e a até dez filas de parafusos horizontais
    • As vigas ligadas podem ser reforçadas de um lado com uma secção variável ou com reforços num ou em ambos os lados
    • Os objetos ligados podem ser secções em I constantes ou de secção variável
    • Verificações:
      • Estado limite último das vigas ligadas (como p. ex. a resistência a esforço transversal e tração das chapas de alma)
      • Estado limite último da chapa de extremidade na viga (p. ex. uma peça em T sob tração)
      • Estado limite último dos cordões de soldadura nas chapas de extremidade
      • Estado limite último dos parafusos na chapa de extremidade (combinação entre tração e corte)
    Ligação rígida com cobre-junta
    • Na ligação de chapa de extremidade de banzo é possível colocar até dez filas de parafusos
    • Na ligação de chapa de extremidade de alma é possível colocar até dez filas de parafusos respetivamente na direção vertical e horizontal
    • O material das cobre-juntas pode ser diferente do material da viga
    • Verificações:
      • Resistência das vigas ligadas (p. ex. a secção líquida na zona de tração)
      • Resistência das chapas de cobre-junta (p. ex. a secção líquida sob tração)
      • Resistência dos parafusos individuais e dos grupos de parafusos (p. ex. verificação da resistência ao corte do parafuso individual)
  5. Secção efetiva no SHAPE-THIN 8

    Cálculo de painéis de encurvadura local reforçados longitudinalmente segundo a EN 1993-1-5, 4.5

    O SHAPE-THIN 8 permite calcular a secção efetiva de painéis de encurvadura local reforçados longitudinalmente de acordo com a EN 1993-1-5, Capítulo 4.5. A tensão de encurvadura crítica é calculada de acordo com a EN 1993-1-5, Anexo A.1 para painéis de encurvadura local com pelo menos três faixas longitudinais ou, de acordo com a EN 1993-1-5, Anexo A.2 para painéis de encurvadura local com uma ou duas faixas na parte na parte comprimida. Além disso é efetuada a verificação da segurança à encurvadura por torção da faixa.
  6. RF-/TOWER Design | Resultados

    Os resultados são apresentados no módulo em tabelas bem organizadas. A par das verificações, é possível visualizar os parâmetros de dimensionamento relevantes. Além disso, é gerada automaticamente uma lista de peças durante o cálculo.

    Todos os dados do modelo fazem parte do relatório de impressão do RFEM/RSTAB. O conteúdo do relatório e a extensão dos dados de saída do programa podem ser selecionados especificamente para os dimensionamentos individuais.

  7. RF-/TOWER Design | Dimensionamento

    Na verificação das ações devido a tração, compressão, flexão e corte, o programa compara os valores de cálculo da resistência máxima com os valores de cálculo dos esforços atuantes. Para componentes estruturais com flexão e compressão ao mesmo tempo, o RF-/TOWER Design efetua uma interação. Para a fórmula de interação é possível optar entre os coeficientes de acordo com o método 1 (anexo A) ou 2 (anexo B).

    Para a verificação da encurvadura por flexão não é necessário especificar nem a esbelteza nem a carga de encurvadura elástica crítica. O módulo adicional calcula automaticamente todos os coeficientes necessários para o valor de cálculo da resistência à flexão. O momento crítico ideal para encurvadura lateral por flexão-torção é determinado pelo programa para cada barra em cada posição x da secção.

  8. RF-/TOWER Design | Entrada de dados

    O RF-/TOWER Design atribui automaticamente barras de torres trianguladas trilaterais e quadrilaterais, desde que a torre triangulada tenha sido gerada pelos módulos adicionais RF-/TOWER Structure e RF-/TOWER Equipment. 

    Contudo, é também possível uma atribuição manual das barras a dimensionar. Se os comprimentos de encurvadura das barras usadas em torres trianguladas são determinadas com o módulo adicional RF-/TOWER Effective Lengths, nesse caso, é possível usar os dados calculados no módulo RF-TOWER Design. Existe também a possibilidade de introduzir os dados manualmente. 

    De acordo com as normas EN 1993-3-1 e EN 50341 podem também ser especificados diferentes casos de contraventamento e tipos de apoio para as barras de postes e contraventamentos.

  9. RF-/STEEL EC3 | Funções do programa

    • Importação de materiais, secções transversais e esforços internos do RFEM/RSTAB
    • Dimensionamento em aço de secções de parede fina segundo as normas EN 1993‑1‑1:2005 e EN 1993‑1‑5:2006
    • Classificação automática das secções segundo EN 1993-1-1:2005 + AC:2009 , parágrafo 5.5.2 e EN 1993-1-5:2006 , parágrafo 4.4 (classe 4 da secção) com a opção de determinar as larguras efetivas de acordo com o Anexo E para as tensões sobre fy
    • Integração de parâmetros de anexos nacionais para os seguintes países:
      •  NP EN 1993-1-1/NA:2010-03 (Portugal)
      •  NF EN 1993-1-1/NA:2007-05 (França)
      •  UNE EN 1993-1-1/NA:2013-02 (Espanha)
      • Deutschland DIN EN 1993-1-1/NA:2015‑08 (Alemanha) 
      •  ÖNORM B 1993-1-1:2007-02 (Áustria)
      •  NBN EN 1993-1-1/ANB:2010-12 (Bélgica)
      •  BDS EN 1993-1-1/NA:2008 (Bulgária)
      •  DS/EN 1993-1-1 DK NA:2015 (Dinamarca)
      •  SFS EN 1993-1-1/NA:2005 (Finlândia)
      •  ELOT EN 1993-1-1 (Grécia)
      •  UNI EN 1993-1-1/NA:2008 (Itália)
      •  LST EN 1993-1-1/NA:2009-04 (Lituânia)
      •  LU EN 1993-1-1:2005/AN-LU:2011 (Luxemburgo)
      •  MS EN 1993-1-1/NA:2010 (Malásia)
      •  NEN EN 1993-1-1/NA:2011-12 (Holanda)
      • Norway NS EN 1993-1-1/NA:2008-02 (Noruega)
      •  PN EN 1993-1-1/NA:2006-06 (Polónia)
      •  SR EN 1993-1-1/NB:2008-04 (Roménia)
      •  SS EN 1993-1-1/NA:2011-04 (Suécia)
      •  SS EN 1993-1-1/NA:2010 (Singapura)
      •  STN EN 1993-1-1/NA:2007-12 (Eslováquia)
      •  SIST EN 1993-1-1/A101:2006-03 (Eslovénia)
      •  CSN EN 1993-1-1/NA:2007-05 (República Checa)
      •  BS EN 1993-1-1/NA:2008-12 (Reino Unido)
      •  CYS EN 1993-1-1/NA:2009-03 (Chipre)
    Além dos anexos nacionais listados acima, é possível criar anexos próprios com parâmetros definidos pelo utilizador.
    • Cálculo automático de todos os coeficientes necessários para o valor de cálculo da resistência à encurvadura por flexão Nb,Rd
    • Determinação automática do momento elástico crítico ideal Mcr para cada barra ou conjunto de barras em todas as posições x de acordo com o método dos valores próprios ou por comparação dos diagramas de momentos. Da parte do utilizador, só é necessário definir os apoios laterais intermédios.
    • Dimensionamento de barras de secção variável, secção assimétrica ou de conjuntos de barras pelo método geral segundo EN 1993-1-1, 6.3.4
    • Quando aplicado o método geral segundo 6.3.4, opcionalmente pode ser aplicada a 'curva de encurvadura por flexão torção europeia' segundo Naumer, Strohmann, Ungermann, Sedlacek (Stahlbau 77 (2008), S. 748-761)
    • Consideração da restrição à rotação (p. ex. através de chapas perfiladas e madres)
    • Consideração opcional de painéis de corte (por exemplo de chapas perfiladas e contraventamentos)
    • Extensão de módulo RF-/STEEL Warping Torsion (é necessário uma licença) para a análises de estabilidade de acordo com a teoria de segunda ordem como verificação de tensões inclusive consideração de 7 graus de liberdade (empenamento)
    • Extensão de módulo RF-/STEEL Plasticity (é necessário uma licença) para análises plásticas de secções de acordo com o método dos esforços internos parciais (PIFM) e o método Simplex para secções gerais (em conjunto com a extensão de módulo RF-/STEEL Warping Torsion é possível efetuar o dimensionamento plástico de acordo com uma análise de segunda ordem) 
    • Dimensionamento de estado limite último: opção para selecionar entre situação de dimensionamento fundamental e acidental para cada caso de carga, combinação de cargas ou combinação de resultados
    • Dimensionamento do estado limite de utilização: opção para selecionar entre situação de dimensionamento frequente, quase-permanente ou característica para cada caso de carga, combinação de cargas ou combinação de resultados
    • Possibilidade de efetuar verificações à tração com superfícies líquidas definíveis para o início e o fim de barras
    • Verificação de secções soldadas
    • Cálculo opcional de áreas de empenamento para apoios de nós em conjuntos de barras
    • Gráfico das relações de cálculo na secção e no modelo RFEM/RSTAB
    • Apresentação dos esforços internos determinantes
    • Opções de filtragem para resultados gráficos no RFEM/RSTAB
    • Representação da relações de cálculo e classes de secções
    • Escalas de cores nas tabelas de resultados
    • Modo de visualização para alteração da vista na janela de trabalho
    • Otimização automática das secções
    • Transferência das secções otimizadas para o RFEM/RSTAB
    • Lista de peças para determinação das massas
    • Exportação direta de dados para MS Excel
    • Relatório de impressão preparado para os engenheiro de obra
    • Curva de temperatura pode ser introduzida no relatório
  10. Avaliação gráfica de resultados

    RF-/STEEL EC3 | Resultados

    Os resultados são apresentados em janelas de saída bem organizadas, ordenados por casos de carga, secções, barras, conjuntos de barras ou posições x. Para obter informação detalhada sobre as verificações realizadas, selecione a linha da tabela correspondente.

    Todas as propriedades de material e secção, esforços internos de cálculo e os coeficientes de verificação são representados claramente em janelas de resultados. Além disso, é possível visualizar graficamente a distribuição de esforços internos em todas as posições x numa janela separada.

    Para completar a saída de dados, o RF-/STEEL EC3 mostra a lista de partes por barras/conjuntos de barras para os tipos de secção individuais. Finalmente, para impressão dos dados de entrada e resultados, tem à disposição o relatório de impressão global do RFEM/RSTAB.

    Para usar os resultados posteriormente em outros programas, pode exportar todas as tabelas para o MS-Excel.

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